Reportagem sobre soberania digital percorre a trajetória da empresa, da pesquisa na Unicamp em 2002 à criptografia presente no Pix, no TSE e na rede tática Link-BR2
Campinas (SP), 28 de setembro de 2026 – A Kryptus foi tema de uma reportagem da revista Veja sobre soberania digital que percorre a trajetória da empresa desde sua origem acadêmica até a atuação em sistemas críticos para o país. O texto descreve como uma pesquisa iniciada na Unicamp se transformou em tecnologia presente na proteção do Pix, na infraestrutura do Tribunal Superior Eleitoral e nas comunicações táticas da Força Aérea Brasileira.
Segundo a reportagem, a história da empresa começou em 2002, quando os então alunos Roberto Gallo, de computação, e Henrique Kawakami, de engenharia elétrica, desenvolveram uma solução de segurança para caixas eletrônicos na Unicamp. Do projeto nasceu uma placa criptográfica para proteção de chaves digitais, que deu origem à Kryptus, fundada formalmente em Campinas em 2003. A relação com a universidade segue ativa até hoje, com projetos de pesquisa conjuntos e patentes desenvolvidas ao lado do Instituto de Computação.
A reportagem também recupera marcos da trajetória da empresa: o aporte de 20 milhões de reais recebido em 2020 do FIP Aeroespacial, fundo que reúne Embraer, BNDES, Finep e Desenvolve SP; certificações internacionais como a FIPS 140 Nível 3, padrão de segurança que exige mecanismos capazes de inutilizar o equipamento em caso de tentativa de violação; e o lançamento, em 2022, do primeiro dispositivo portátil do mercado com criptografia pós-quântica. Em 2023, a Kryptus obteve a certificação da Organização do Tratado do Atlântico Norte, que permite participar de licitações das Forças Armadas da aliança, e foi autorizada pela Força Aérea Brasileira a desenvolver sistemas de segurança digital embarcados em aeronaves.
“A trajetória levou a empresa a um território antes restrito a grandes fornecedores internacionais.”
A reportagem cita ainda o Link-BR2, rede de comunicação tática que conecta aeronaves, radares e viaturas do Exército em tempo real, para a qual a Kryptus fornece a camada de criptografia e cibersegurança.
Criptografia nacional como questão de soberania digital
O texto encerra tratando a criptografia como questão de soberania digital: com soluções presentes em mais de vinte países da África, do Sudeste Asiático e do Oriente Médio, além de projetos no Peru, na Colômbia, no México e no Panamá, a Kryptus segue expandindo sua presença em um mercado onde a origem nacional da tecnologia se tornou um diferencial estratégico.
Leia a reportagem completa na Veja.
Sobre a Kryptus
A Kryptus é uma empresa brasileiro-suíça de criptografia e cibersegurança, fundada em 2003. Desenvolve hardware, software e serviços para clientes de defesa, governo e setor privado, com atuação estrutural na infraestrutura digital brasileira, incluindo ICP-Brasil AC-Raiz, SPB e Pix.
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Vinícius Giavoni
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