Pagamentos Instantâneos: como se preparar para essa revolução

por | abr 9, 2020 | Nóticias | 0 Comentários

O pagamento instantâneo, que começa a valer a partir de novembro no Brasil, segundo a agenda estabelecida pelo Banco Central, vai promover uma revolução no mercado. Basicamente, porque permitirá transferências para qualquer conta, de um banco para outro, em qualquer horário e dia da semana, e transações super rápidas: em questão de minutos o valor chega ao destinatário. Em resumo, acaba a camisa de força de só poder fazer pagamentos e transferências interbancárias no horário comercial e em dias de semana. Para aderir ao PIX, Sistema de Pagamento Instantâneo brasileiro, as empresas precisam de um plataforma específica, e a Kryptus tem uma solução que garante segurança e alta disponibilidade com baixo investimento.

Os equipamentos kNET, da Kryptus, são a opção de melhor custo otimizado do mercado para um projeto de Sistema de Pagamento Instantâneo. A Kryptus possui o único hardware security module brasileiro com certificação internacional FIPS level 3, ICP Brasil e 100% compliance com as normas do BCB. Desta forma, os usuários  clientes podem garantir transações seguras e proteger os dados de seus clientes.

Segundo o CEO da Kryptus, Roberto Gallo, todas as empresas devem optar por módulos criptográficos (HSM) que possam atender múltiplas normas e legislações simultaneamente. “Para isso, é necessário utilizar HSMs com certificações internacionais e nacionais, como o FIPS e o ICP Brasil. Desta forma, o cliente não só fica em compliance com o Manual de Segurança do Banco Central, mas também com PCI, LGPD e GDRP. A escolha dos módulos criptográficos é, portanto, uma parte importante do projeto do sistema de pagamento instantâneo.

Em um mercado que deve crescer rapidamente e atingir um grande volume de transações, soluções de alta disponibilidade devem ter um papel fundamental nas decisões das empresas que buscam segurança e performance para reduzir riscos e custos.  “Com o PIX, teremos transações criptografadas entre diversas partes. O próprio Banco Central recomenda o uso de um HSM para o armazenamento seguro das chaves e assinatura em alta performance”, explica.

Segundo o executivo, hoje o HSM está presente em diversas verticais de negócios. Nas aplicações financeiras, a solução poderá ser utilizada, por exemplo, como cofre digital, no gerenciamento de credenciais, como Autoridade Certificadora interna e na adequação a leis de proteção de dados pessoais como LGPD e GDPR.

Além disso, HSMs que possuem funções de virtualização possibilitam uma redução de  investimentos (CAPEX) e custos operacionais (OPEX). “Esses módulos permitem utilizar o mesmo HSM para proteger informações de banco de dados e  prover segurança das informações em nuvens públicas e privadas. Permitem, ainda, a cifração de disco, proteção de e-mails, assinatura digital, encriptação de aplicações e demais funções que o mercado necessita”, completa Gallo.

 

 

módulo criptográfico pix

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