Anatomia de uma violação · Capítulo 2 de 6

Criptografia e proteção de dados · Custódia de chaves

A empresa criptografava tudo: banco de dados, backups, comunicação entre sistemas. O problema era onde as chaves moravam.

Pela interface esquecida do capítulo 1, o invasor chega a um servidor de aplicação. Lá dentro, faz o que qualquer administrador faria: lê os arquivos de configuração. Ali estão as chaves que protegem o banco de dados de clientes, guardadas em software, no mesmo disco.

O algoritmo era forte. A chave estava acessível. Criptografia sem custódia de chaves é uma porta trancada com a chave pendurada na maçaneta.

Por que a custódia de chaves fica em um HSM

Chaves críticas vivem em um HSM: um equipamento dedicado e certificado, de onde a chave não sai. A aplicação pede a operação, o HSM executa, e a chave nunca fica exposta em memória ou em disco. Mesmo com o servidor comprometido, o invasor não encontra um arquivo para copiar.

O que o caso mostra

A força da criptografia depende de onde está a chave. Em software, ela é um arquivo. Em um HSM certificado, ela é uma raiz de confiança.

Conheça o kNET HSM →

Prefere conversar com a equipe? Fale com a Kryptus no WhatsApp.

No capítulo 3 · 03/11

3h17 da manhã. Os dados começam a sair, e os logs registram tudo. Só falta alguém olhando.

Anatomia de uma violação é uma série editorial da Kryptus. O caso é um cenário ilustrativo, montado a partir de padrões recorrentes de incidentes.

VOCÊ PODE GOSTAR:
Paynet adota HSM da Kryptus
Paynet

Paynet adota HSM da Kryptus para criptografia de transações financeiras eletrônicas Com o kNET, empresa Leia mais

Fort Knox digital? Uma análise clara da segurança criptográfica das moedas digitais
Uma imagem impressionante em estilo cyberpunk e futurista de uma fortaleza digital massiva, semelhante ao edifício do Fort Knox, construída com blocos de circuitos brilhantes, feixes de luz azul e dourada, e paredes feitas de código binário e símbolos matemáticos complexos (representando blockchain e criptografia). No centro dessa fortaleza, há um cofre transparente irradiando luz, cheio de moedas digitais holográficas (Bitcoin, Ethereum). No primeiro plano, uma pessoa solitária, vista de costas, segura um pequeno dispositivo de hardware wallet (carteira fria) que emite o mesmo brilho da fortaleza, olhando para a estrutura gigante. O ambiente é um oceano de dados escuro.

Introdução Com trilhões de dólares em valor, o mercado cripto se consolidou como uma das Leia mais