A proposta apresentada pela Kryptus figura em destaque entre os projetos selecionados para Subvenção Econômica à Inovação para a Base Industrial de Defesa (BID).

A seleção pública organizada pelas entidades MD/MCTI/FINEP busca conceder recursos de subvenção econômica para o desenvolvimento de produtos, processos e/ou serviços inovadores dentro do escopo de linhas temáticas relacionadas à Base Industrial de Defesa.

A Kryptus liderou a parceria com a Bluepex (co-executora) e os Institutos de Ciência e Tecnologia (ICT) do CASNAV e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) na criação do Projeto Typhon, selecionado dentro da linha temática Tecnologias de Defesa, subtema inteligência artificial e tecnologias quânticas para emprego em defesa cibernética;. Obteve pontuações de destaque no critério Impacto Esperado, que inclui a capacidade da solução alcançar o mercado e sua relevância para o setor de Defesa, além de ter reconhecidas a experiência técnica e a capacidade de execução no critério Experiência e Conhecimentos.

O projeto Typhon propõe o desenvolvimento de tecnologias e capacidades em cibernética, com foco no emprego militar (defesa), com o objetivo de desenvolver o Sistema Autônomo Inteligente de Defesa Cibernética Centrado em Informação Typhon, capaz de proteger dados e comunicações sensíveis, e demais componentes de infraestrutura das redes de comunicação táticas e estratégicas. O sistema atua em diversas camadas de comunicação, incluindo nível de endpoints, rede e organização de forma a proteger a troca de informações de instituições de forma abrangente e com versatilidade de aplicações.

O Typhon garantirá a segurança informacional de sistemas, sendo capaz de detectar incidentes como vazamentos de dados, descuidos na comunicação, ou tráfego suspeito de arquivos. Utilizando técnicas avançadas de inteligência artificial, o sistema atuará e evoluirá de forma autônoma e também contará com recursos avançados de segurança e criptografia, incluindo criptografia pós-quantica.

“Sistemas de armas autônomos, armas inteligentes, como mísseis e drones, e plataformas de combate altamente integradas tornam o cenário de operações cada dia mais complexo e conectado. Assim, as Forças modernas precisam ser capazes de operar efetivamente em conjunto, com prontidão e de forma integrada e confiável, permitindo operações simultâneas e sequenciais”, esclarece Roberto Gallo, CEO da Kryptus.

Reconhecida como uma Empresa Estratégica de Defesa, a Kryptus atua em grande parte dos programas de interoperabilidade entre as FFAA e acumula histórico sólido de projetos estratégicos de Defesa e de Estado no Brasil e no Exterior, como o IFFM4BR da Força Aérea Brasileira, no qual é responsável pelo desenvolvimento dos criptocomputadores para interrogadores do sistema de identificação.

Desde o seu primeiro dia, a Kryptus se dedica ao desenvolvimento de tecnologias autóctones de Defesa Cibernética, mantendo ao longo de sua história programas de inovação nas áreas de Criptografia de Estado, Sistemas Seguros, Tecnologias e projetos para monitoramento, detecção e resposta a incidentes e, mais recentemente, Contra Inteligência baseada em Inteligência Artificial para Redes Sociais.

“O desenvolvimento a ser realizado com os recursos FINEP está centrado em tecnologias de INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COGNITIVA e CRIPTOGRAFIA PÓS-QUÂNTICA e, dessa forma, encontra-se fortemente alinhado com a estratégia corporativa da empresa, representando um robusto motor de crescimento para os próximos 5 a 10 anos”, prevê Gallo.

O prazo de execução do projeto deverá ser de até 36 (trinta e seis) meses e o valor solicitado à Finep/FNDCT deverá contemplar despesas essenciais para o desenvolvimento e aprimoramento de novos produtos, incluindo ensaios e certificações, entre outras atividades.

Saiba mais sobre o programa de Inovação para a Base Industrial de Defesa (BID)-Finep em: http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadapublica/681

BluePex® é pioneira em pesquisa antimalware na América Latina e se destaca por ter
atuado junto ao Exército Brasileiro no desenvolvimento do primeiro antivírus autóctone que
conquistou o selo internacional VB100.